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Material Detalhes (SCH00003455)
Tipo de material : LI     - Unidade: BBL-BH
Classificação : 342.76
M149m
10. ed

Autoria - Pessoal : Machado, Hugo de Brito.
Título: Mandado de segurança em matéria tributária / Machado, Hugo de Brito.
Imprenta: São Paulo: Malheiros - Juspodivm, 2022
Paginação: 416 p
Edição: 10. ed
ISBN: 978-65-5860-042-8
Notas de conteúdo: Inclui notas de rodapé; bibliografia: p. [403]-410; índice alfabético de assuntos: [411]-416
Sumário: 1. Noções Fundamentais
1.1 A separação dos Poderes do Estado
1.1.1 Ideia antiga
1.1.2 Divisão de poderes e garantia de direitos
1.2 Divisão de Poderes e função jurisdicional
1.2.1 Independência orgânica
1.2.2 O Poder Judiciário
1.3 A função ou atividade jurisdicional
1.3.1 Atividade imparcial
1.3.2 A atividade jurisdicional e garantia de imparcialidade
1.4 A garantia de tutela judiciária e o mandado de segurança na Constituição Federal de 1988
1.4.1 A garantia de tutela judiciária
1.4.2 O mandado de segurança. Direito líquido e certo
1.4.3 Cabimento em matéria tributária
1.5 Distinções importantes entre os instrumentos de defesa do contribuinte
1.5.1 O mandado de segurança e a ação ordinária
1.5.2 Ação declaratória
1.5.3 Ação anulatória
1.5.4 Embargos à execução
2. O Procedimento
2.1 A opção pelo mandado de segurança
2.2 O depósito
2.3 Preferência para julgamento
2.4 A petição inicial
2.5 Protocolo e distribuição
2.6 Juízo de admissibilidade
2.7 O juízo de admissibilidade nos tribunais
2.8 Notificação e informações da autoridade impetrada
2.9 Citação de litisconsortes
2.10 O parecer do Ministério Público
2.11 O pedido de suspensão da liminar
2.12 Recurso contra a denegação da liminar
2.13 O julgamento do mandado de segurança
2.14 Remessa de ofício
2.15 Apelação
2.16 Julgamento omisso, contraditório ou obscuro
2.17 Julgamento não unânime
2.18 Recurso Especial ou Extraordinário
2.19 Agravo
2.20 Recursos na instância especial, ou extraordinária
2.21 Juízo competente
2.21.1 Justiça Federal e Justiça Estadual
2.21.2 Juízo de primeiro grau ou tribunal
2.21.3 Autor ou executor do ato impugnado
2.21.4 Decisão que declara a incompetência
2.22 Ainda os Recursos Especial e Extraordinário
2.22.1 Estreitamento da via recursal
2.22.2 Conflito entre lei ordinária e lei complementar
2.22.3 Exame de questão constitucional pelo Superior Tribunal de Justiça
2.22.4 Recurso prematuro
2.22.5 Repercussão geral da questão constitucional
2.23 Intempestividade do recurso prematuro
2.23.1 Considerações iniciais sobre a tese e seus efeitos
2.23.2 A finalidade dos prazos
2.23.3 Início dos prazos
2.23.4 Intimação e início do prazo recursal
2.23.5 Renúncia aos prazos
2.23.6 Prazo aceleratório ou peremptório
2.23.7 Prazo em favor da parte vencida
2.23.8 Tratamento excepcional dos embargos de declaração
2.24 Considerações finais
3. O Prazo para Impetração
3.1 Natureza jurídica
3.2 Constitucionalidade
3.3 Termo inicial
3.3.1 Dispositivo específico. A ciência do ato impugnado
3.3.2 Peculiaridades
3.3.3 Ato administrativo único com efeitos permanentes
3.3.4 Omissão continuada da Administração Pública
3.4 Impetração e recurso administrativo
3.4.1 O efeito suspensivo das reclamações e recursos
3.4.2 Suspensividade e cabimento da impetração
3.5 O prazo na impetração preventiva
3.6 O prazo na relação jurídica continuativa
3.6.1 Relação instantânea e relação continuativa
3.6.2 Ameaça ou norma de efeito concreto
3.6.3 O entendimento do STF
3.7 O prazo no caso de omissão
3.8 Quando se tem como exercitado o direito
3.8.1 Entrega da inicial no protocolo
3.8.2 Hora da entrega da inicial
3.8.3 Juízo incompetente
3.9 Síntese
4. Os Sujeitos
4.1 Noções
4.2 O impetrante
4.2.1 Titular do direito violado ou ameaçado
4.2.2 Titular de direito decorrente
4.2.3 Direito decorrente e legitimidade
4.2.4 O mandado de segurança coletivo
4.3 A autoridade impetrada
4.3.1 Posição processual
4.3.2 Identificação pelo impetrante
4.4 Litisconsorte passivo
4.4.1 Facultativo
4.4.2 Necessário
4.5 O Ministério Público
4.6 A pessoa jurídica de direito público
5. Impetração de Mandado de Segurança pelo Estado
5.1 Introdução
5.2 Origem do mandado de segurança
5.2.1 O 'habeas corpus'
5.2.2 Ampliação do 'habeas corpus' e o novo instrumento processual
5.2.3 Proteção do particular contra o Estado
5.3 Impetração por pessoa jurídica
5.3.1 Não restrição das garantias constitucionais
5.3.2 Pessoas jurídicas de direito privado
5.3.3 Pessoa jurídica de direito público
5.3.4 A isonomia
5.4 Impetração contra ato judicial
5.4.1 O juiz como autoridade coatora
5.4.2 O impetrante como pessoa
5.4.3 A inversão total da finalidade
5.4.4 Supressão do contraditório
5.4.5 Ataque a outras garantias constitucionais
5.4.6 Suspensão de liminar ou de sentença
5.4.7 Direito subjetivo e prerrogativa de função
5.4.8 Direito subjetivo e conflito de poderes
5.4.9 Impetrante e parte passiva. Efeitos patrimoniais
5.5 O poder estatal
5.6 Conclusões
6. O Ministério Público
6.1 O Ministério Público como parte impetrante
6.2 Como fiscal da lei
6.2.1 A defesa da ordem jurídica
6.2.2 Vedação de atividade política
6.2.3 Exceção convertida em regra
6.2.4 Oportunidade para manifestação
6.3 Competência
6.3.1 O Ministério Público e a função jurisdicional
6.3.2 Atuação em litisconsórcio
6.4 Legitimidade para recorrer
6.5 Legitimidade para pedir a suspensão da liminar e da sentença
7. A Petição Inicial
7.1 A inicial e sua importância
7.2 Forma e requisitos
7.2.1 A forma escrita
7.2.2 Os requisitos legais
7.3 As provas
7.3.1 Prova documental pré-constituída
7.3.2 Requisição de documentos
7.3.3 Confissão e admissão
7.4 O pedido e seus fundamentos
7.4.1 O objeto específico do mandado de segurança
7.4.2 Restrições decorrentes da especificidade do objeto
7.4.3 O pedido de segurança
7.4.4 Os fundamentos da impetração
7.4.5 Os fundamentos e a causa de pedir
7.4.6 Deferimento por fundamento diverso do pedido
7.5 O indeferimento liminar do pedido
7.5.1 Indeferimento de liminar e indeferimento liminar
7.5.2 Inicial inepta
7.5.3 Impossibilidade jurídica do pedido
7.5.4 Emenda e complementação do pedido
7.5.5 Questões preliminares
7.6 A desistência
8. Medida Liminar
8.1 Natureza jurídica
8.2 Pressupostos legais
8.2.1 Fundamento relevante
8.2.2 Perigo de ineficácia da sentença
8.2.3 Audiência da autoridade impetrada
8.2.4 Liminar e presunção de constitucionalidade das leis
8.2.5 Liminar e presunção de validade dos atos administrativos
8.3 Restrições legais
8.4 Deferimento de ofício
8.4.1 Manifestações contrárias. Crítica
8.4.2 Irrelevância na prática
8.5 Medida diversa da requerida
8.6 Liminar satisfativa
8.6.1 Compreensão equivocada
8.6.2 O pleno exaurimento
8.6.3 Definitividade e ineficácia da sentença
8.6.4 Situação extrema. Necessidade de caução
8.7 Liminar, vinculação e discricionarismo
8.7.1 A doutrina do ato discricionário
8.7.2 Discricionariedade e interpretação
8.8 Revogação, cassação ou reconsideração
8.8.1 Questão terminológica
8.8.2 Reconsideração
8.9 Recurso contra o indeferimento
8.10 Suspensão pelo presidente do tribunal
8.10.1 Previsão legal A questão da legitimidade
8.10.2 Litisconsortes
8.10.3 Fundamento político
8.10.4 Competência para apreciar o pedido de suspensão
8.10.5 Recurso
8.11 Suspensão da liminar e sentença concessiva da segurança
8.11.1 Interpretação literal
8.11.2 Interpretação teleológica e economia processual
8.11.3 Precedente do STJ e do STF
8.11.4 Suspensão da segurança e contraditório
8.12 Prazo de vigência
8.13 Liminar e denegação da segurança
8.13.1 A jurisprudência do STF
8.13.2 Ilogicidade aparente
8.13.3 Liminar na apelação
8.13.4 Alternativas para o impetrante
8.14 Efeitos da cassação da liminar
8.14.1 Configuração da mora
8.14.2 Os equívocos
8.14.3 Não configuração da mora
8.14.4 Correção monetária e juros
8.14.5 Retorno à condição anterior
8.15 Enfraquecimento da tutela judicial de urgência
9. Depósito Suspensivo da Exigibilidade do Crédito Tributário
9.1 Introdução
9.2 Liminar e depósito
9.3 O direito de depositar
9.3.1 Desnecessidade de autorização judicial
9.3.2 Depósito e medida cautelar
9.3.3 Depósito e mandado de segurança
9.4 A questão da integralidade do depósito
9.4.1 O que é o valor integral
9.4.2 Os tributos lançados por homologação
9.5 Efeitos do depósito
9.5.1 Suspensão da exigibilidade
9.5.2 Impedir a inadimplência
9.5.3 Correção monetária e juros
9.6 Decisão judicial sobre o depósito
9.6.1 Suspensão da exigibilidade
9.6.2 Conversão em renda
9.6.3 Liberação
9.6.3.1 Depósito voluntário
9.6.3.2 Depósito como contracautela. Substituição
9.6.3.3 Depósito na execução fiscal
9.6.3.4 Desistência da ação
9.7 O procedimento. Depósitos sucessivos
9.8 Os depósitos e a Lei 9.703/1998
10. A Sentença e a Coisa Julgada
10.1 A sentença
10.1.1 Conceito e espécies
10.1.2 Natureza jurídica
10.1.3 Requisitos essenciais
10.2 Coisa julgada
10.2.1 Conceito e espécies
10.2.2 Os arts. 19 e 6o , õ 6o , da Lei 12.016, e a Súmula 304 do STF
10.2.3 Manifestações doutrinárias divergentes
10.2.4 Nossa posição
10.2.5 Coisa julgada e relação jurídica continuativa
10.2.5.1 Manifestações doutrinárias
10.2.5.2 A jurisprudência do STF
10.2.5.3 Relação tributária continuativa
10.2.5.4 Pedido de declaração no mandado de segurança
10.3 A nova disciplina da coisa julgada no mandado de segurança
10.3.1 As disposições da lei anterior
10.3.2 As disposições da lei atual
10.3.3 O mérito no mandado de segurança
10.3.4 Ampliação da coisa julgada em detrimento do impetrante
11. A Questão da Sucumbência no Mandado de Segurança
11.1 A Súmula 512 do STF
11.2 Manifestações do STJ
11.3 Nosso ponto de vista
11.3.1 Justiça e segurança
11.3.2 A segurança jurídica e o respeito às súmulas
11.3.3 O STJ como última instância
11.3.4 O fundamento da sucumbência
11.3.5 O mandado de segurança e o CPC
11.3.6 O aspecto de política jurídica
11.3.7 Solução legislativa
11.3.8 Responsabilidade pelo dano
11.4 A opção do legislador
11.4.1 Não condenação nos honorários da sucumbência
11.4.2 Sanções pela litigância de má-fé
11.4.3 Crimes de desobediência e de responsabilidade
11.4.4 Responsabilidade pessoal do agente público
12. Os Recursos
12.1 Generalidades
12.2 Admissibilidade e mérito
12.2.1 Distinção
2.2.2 Requisitos intrínsecos
12.2.3 Requisitos extrínsecos
12.2.3.1 Tempestividade
12.2.3.2 Regularidade formal
12.2.3.3 Preparo
12.3 Efeitos
12.4 As espécies de recurso
12.4.1 Apelação
12.4.2 Agravo de instrumento
12.4.3 Embargos de declaração
12.4.4 Embargos infringentes
12.4.5 Recurso ordinário
12.4.6 Recurso especial
12.4.7 Recurso extraordinário
12.5 O mandado de segurança como recurso
13. Impetração Preventiva
13.1 Introdução
13.2 A garantia constitucional de prevenção
13.3 As restrições
13.4 Os fatos incontroversos
13.5 Impetração preventiva e impetração contra a lei em tese 340
13.6 A ameaça e o justo receio
13.7 A impetração preventiva e o fato complexo
13.8 A questão da decadência
13.8.1 Restrições aos instrumentos contra o arbítrio
13.8.2 Impetração contra a lei em tese e decadência
13.8.3 Distinção entre lesão e ameaça
13.8.4 Impetração preventiva e decadência na jurisprudência do STJ
13.8.5 As relações de trato sucessivo
13.8.6 Leis de efeitos concretos
13.8.7 Equívoco ou tendência ideológica?
13.9 Conclusões
14. Mandado de Segurança e Consulta Fiscal
14.1 A finalidade da consulta
14.2 Consulta sobre situação hipotética
14.3 Consulta em caso concreto
14.4 Os equívocos da doutrina e da jurisprudência
14.5 Julgado anterior
14.6 Os diversos efeitos da resposta à consulta
14.6.1 Efeito vinculante
14.6.2 Efeito de simples interpretação
14.7 A resposta à consulta e o mandado de segurança
14.8 O mandado de segurança preventivo contra respostas em tese
15. A Compensação Tributária
15.1 Introdução
15.2 O direito à compensação
15.3 Compensação e lançamento
15.4 Compensação e medida liminar em mandado de segurança
15.4.1 O cabimento do mandado de segurança
15.4.2 A medida liminar
15.4.3 A formulação do pedido
15.5 Compensação e ação ordinária
16. O Devido Processo Legal Administrativo
16.1 Introdução
16.2 O processo administrativo tributário
16.2.1 Conceito
16.2.2 Natureza jurídica e utilidade
16.3 Decisão administrativa
16.3.1 O direito à decisão no lançamento
16.3.2 O direito à decisão sobre outras pretensões
16.3.3 Decisão fundamentada
16.3.4 Fundamentação e controle judicial
16.3.5 Decisão sobre inconstitucionalidade das leis
16.4 O contraditório e a ampla defesa
16.4.1 Os conceitos
16.4.2 A prova
16.4.3 Diligências prescindíveis ou impraticáveis
16.4.4 O ônus da prova
16.5 Vício formal
16.5.1 Conceito
16.5.2 Consequência. Novo lançamento
16.6 Impetração de mandado de segurança
16.7 Utilidade da decisão administrativa
17. O Mandado de Segurança Coletivo
17.1 Garantia constitucional
17.2 O impetrante e os direitos protegidos
17.3 Particularidade referente à medida liminar
17.4 Litispendência e coisa julgada
 
Descritores: MANDADO DE SEGURANÇA
RECURSO
PROTESTO TRIBUTÁRIO
BRASIL

Tombo(s): 003885
 
SCH00003455


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