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Material Detalhes (SCH00003361)
Tipo de material : LI     - Unidade: BBL-BH
Classificação : 340.13
G774e
4. ed.

Autoria - Pessoal : Grau, Eros Roberto.
Título: Ensaio de discurso sobre a interpretação/aplicação do direito / Grau, Eros Roberto.
Imprenta: São Paulo: Malheiros, 2006
Paginação: 286 p
Edição: 4. ed.
ISBN: 85-7420-769-1
 
Notas gerais : Dedicatória do autor
Notas de conteúdo: Inclui notas de rodapé; bibliografia: p. [275]-286
Sumário: Primeira parte Discurso sobre a interpretação/aplicação do direito
I Interpretação e compreensão do direito
II Por que interpretamos do direito
III Interpretamos normas?
IV Norma jurídica e norma de decisão
V Interpretação e concretização do direito
VI O caráter alográfico do direito
VII A produção da norma pelo intérprete
VIII A metáfora da Vênus de Milo
X Interpretação = aplicação; interpretação dos textos e dos fatos
XI A chamada 'moldura da norma'
XII O relato dos fatos
XIII A interpretação do direito
XIV A interpretação do direito é uma prudência
XV Inviabilidade da única solução correta
XVI Prudência, pre-compreensão e círculo hermenêutico
XVII Cânones e pautoas para a interpretação
XVIII Não se interpreta o direito em tiras
XIX A finalidade do direito e as normas-objetivo
XX Os princípios
XXI Os princípios de direito
XXII A não-transcedência dos princípios
XXIII Princípio é norma jurídica
XXIV Kelsen e a positivação dos princípios
XXV Oposição e contradição entre princípios
XXVI As regras são aplicações dos princípios; o afastamento de um princípio implica perda de efetividade da regra que lhe dá concreção
XXVIII Negação da discricionariedade judicial
XXIX A força normativa e a contemporaneidade do direito
Segunda Parte Ensaio sobre a interpretação/aplicação do direito
I A interpretação
1. Introdução
2. A interprestação até os anos 70, subsunção e interpretação negativa
3. Interpretar/compreender
4. Situações de insomorfia e situações de intrpretação
5. Por que se impõe a intarpretação do direito?
6. A exposição de Friedrich Müller e a concretização do direito
7. Os contextos da interpretação
8. Compreender e reexprimir
9. Significantes e significados
10. Artes autográficas e artes alográficas
11. O texto normativo é alográfico
12. A determinação do conteúdo normativo
13. Texto e norma (as normas resultam da interpretação)
14. O intérprete produz a norma
15. O intérpreta autêntico
16. Interpretação = Aplicação
17. A interpretação autêntica
18. Interpretação dos textos e dos fatos
19. A interpretação dos fatos
20. A hipótes de Durrell
21. Discurso do direito/discurso jurídico e a(s) ideoligia(s) do direito
22. Contraponto
23. O texto e os fatos, a norma jurídica e a norma de decisão
24. A interpretação é uma prudência; a inviabilidade da única solução correta
25. Cânones de interpreatção
26. O pensamento de Esser
27. A comprensão
28. A pré-compreensão e o círculo hermenêutico [Gadamer]
29. (segue)
30. (Segue)
31. Acontecimentos por ela considerados e que influenciam a decisão judicial
32. As inúmeras soluções corretas
33. A atualização do direito
34. As ideologias de interpretração na experiência da Corte Suprema Norte-Americana
37. O direito é um dinamismo
38. Não se interpreta o direito em tiras
39. A finalidade do direito e as normas-objetivo
40. O caso belga
41. Os princípios
II Os princípios
42. Princípios jurídicos/princípos de direito e princípios gerais do direito
43. Quais princípios?
44. O direito posto e o direito pressuposto
45. O direito e os direitos
46. Direito pressuposto e princípios
47. A não-tanscendência dos princípios
48. (segue)
49. (segue)
50. Importância dos princípios
51. Princípio é norma jurídica
52. (segue)
53. (segue)
54. (segue)
55. A crítica de Kelsen
56. Princípios: descoberta e positivação
57. A diferença entre princípio e regra [Dworkin]
58. Críticas à exposição de Dworkin
59. A diferença entre princípio e regra [Jean Boulanger e Crisafulli)
60. A diferença entre princípio e regra [Zagrebelsky)
61. A diferença entre princípio e regra [Alexy)
62. A diferença entre princípio e regra [Canotilho)
63. A diferença entre princípio e regra [Luís Prieto Sanchís)
64. Ainda a diferença entre regra e princípio
65. Os chamados 'princípios' da proporcionalidade e da razoabilidade
65-bis. (segue)
66. Antinomias
67 Oposição e contradição entre princípios
68. O afastamento de um princípio implica perda de afetividade da regra que lhe dá concreção
69. Ausência de regras sobre a dimensão de peso dos princípios
70. Jogos de princípios
71. Jogos de princípios
71. As regras são aplicações dos princípios
III Ainda a interpretação
73. A falsa neutralidade política do intérprete
74. Interpretação e regime político
75. Negação da discricionariedade judicial
76. A subversão do texto
77. A força normativa do direito
IV - Apêncide I - A linguagem e os conceitos jurídicos
78. Sobre a linguagem jurídica
79. (segue)
80. (segue)
81. (segue)
82. (segue)
83. Conceito e conceito jurídico
84. (segue)
85. (segue)
86. (segue)
87. (segue)
88. (segue)
89. Ascarelli e os conceitos jurídicos
90. Ainda os conceitos jurídicos
91. (segue)
92. Conceitos e definições jurídicas
93. Os chamados 'conceitos indeterminados', os tipos de conceitos jurídicos e a interpretação
94. (segue)
95. Conceito e noção
96. (segue)
97. (segue)
V Apêndice II A intaerpretação negativa
98. Interpretação negativa
99. Interpretação do direito e soberania
100. Ainda a interpretação negativa
101. (segue)
102. (segue)
103. (segue)
104. O princípio da reserva interpretativa
105. Atualidade da interpretação negativa
Anexo
XXVII A importância dos princípios para a interpretação e a falsa neutralidade política do intérprete
 
Descritores: DIREITO POSITIVO
FONTES DO DIREITO
LEIS
INTERPRETAÇÃO DA LEI
HERMENÊUTICA

Tombo(s): 003777
 
SCH00003361


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