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Material Detalhes (SCH00003329)
Tipo de material : LI     - Unidade: BBL-BH
Classificação : 349:336.22
D741
v.v. 38

Autoria - Pessoal : Halperin, Eduardo Kowarick.
Título: Doutrina Tributária: Multa qualificada no direito tributário / Halperin, Eduardo Kowarick.
Imprenta: São Paulo: IBDT, 2021
Paginação: 240 p
Volume: v. 38
Série/Coleção: Série Doutrina Tributária, v. 38
ISBN: 978-65-86252-23-1
Notas de conteúdo: Inclui notas de rodapé: bibliografia: p. 231-240
Sumário: Parte I Pressupostos para a aplicação da multa qualificada
Capítulo 1 Elementos gerais da sonegação, da fraude e do conluio p. 25
1.1 Pressupostos interpretativos
1.1.1 Enunciados normativos pertinentes
1.1.2 Multa qualificada não é o mesmo que “multa agravada”
1.1.3 Quem deve provar a ocorrência da sonegação, da fraude e do conluio?
1.1.4 Qual é o standard probatório aplicável à comprovação da sonegação, da fraude e do conluio?
1.2 Dolo
1.2.1 O dolo no direito tributário brasileiro
1.2.1.1O conceito de dolo incorporado pelo direito tributário brasileiro
1.2.1.2O dolo deve ser específico
1.2.2 O dolo é a descrição de um estado mental ou é uma imputação?
1.2.3 Como comprovar a existência do dolo?
1.2.4 Deve-se falar em dolo de uma pessoa jurídica?
1.2.5 Deve-se falar em dolo eventual no direito tributário?
1.2.6 Deve-se falar em erro de tipo e em erro de proibição no direito tributário?
Capítulo 2 Elementos específicos da sonegação, da fraude e do conluio p. 75
2.1 O que é sonegação?
2.1.1 Conceito de sonegação: metáfora da luz apagada
2.1.2 Sonegação não é o mesmo que deixar de declarar a existência de débitos tributários ou declará-los de forma inexata
2.1.3 Sonegação não é o mesmo que o crime de sonegação fiscal
2.2 O que é fraude?
2.2.1 Conceito de fraude: metáfora do relógio atrasado
2.2.2 Fraude e vícios do negócio jurídico
2.2.2.1 Fraude e simulação
2.2.2.2 Fraude e dissimulação
2.2.2.3 Fraude e abuso de forma
2.2.2.4 Fraude e fraude à lei
2.2.2.5 Fraude e abuso de direito
2.3 O que é conluio?
Parte II Limites na aplicação da multa qualificada
Capítulo 3 Natureza e regime jurídico da multa qualificada p. 101
3.1 A justificativa e as finalidades das punições
3.2 A multa qualificada é uma espécie de punição
3.3 O regime jurídico da multa qualificada: princípios de direito penal?
Capítulo 4 Interação entre a multa qualificada e as outras normas p. 135
4.1 O percentual de 150% para a multa qualificada é constitucional?
4.1.1 Confisco e/ou excessividade
4.1.2 Proporcionalidade
4.1.3 Razoabilidade
4.1.4 A “metajurisprudência” do Supremo Tribunal Federal a respeito da inconstitucionalidade da alíquota da multa qualificada
4.2 Há inconstitucionalidade na cumulação da multa qualificada com a pena aplicada no âmbito do direito penal?
4.3 A atual estrutura normativa da multa qualificada viola o princípio da individualização da pena?
4.3.1 O que é o princípio da individualização da pena?
4.3.2 O princípio da individualização da pena é aplicável ao direito tributário?
4.3.3 O princípio da individualização da pena permite a graduação do percentual da multa qualificada pelo Poder Judiciário de acordo com as circunstâncias do caso concreto?
4.3.4 Os arts. 67 e 68 da Lei n. 4.502/1964 permanecem vigentes?
4.4 Como a imposição da multa qualificada deve ser motivada?
Conclusões p. 225
 
Descritores: DIREITO TRIBUTÁRIO
MULTA QUALIFICADA
PRINCÍPIO CONSTITUCIONAL
FRAUDE
SONEGAÇÃO
BRASIL

Tombo(s): 003743
 
SCH00003329


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