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Material Detalhes (SCH0000003639)
○ Tipo de material : LI        ○ Unidade: BBL-BH
○ Classificação : 349:336.22
M838n
4. ed.

○ Autoria - Pessoal : Moreira, André Mendes.
○ Título: Neutralidade, valor acrescido e tributação / André Mendes Moreira.
○ Imprenta: Belo Horizonte: Fórum, 2026
○ Paginação: 301 p
○ Edição: 4. ed.
○ ISBN: 978-85-450-1009-8
 
○ Notas gerais : Edição revista e atualizada
○ Notas de conteúdo: Inclui notas de rodapé; bibliografia: p. [293]-301
○ Sumário: Prefácio da primeira edição - Humberto Ávila
1 Introito
1.1 O IVA e a neutralidade
1.2 Neutralidades vertical e horizontal
1.3 Plano da obra
2 Valor neutralidade: da economia para o direito
2.1 Os sentidos econômicos do vocábulo neutralidade
2.2 Neutralidade no direito
2.2.1 Conceito
2.2.2 A neutralidade e o IVA
3 Neutralidade tributária e o IVA Europeu
3.1 Do tratado de Roma à diretiva IVA
3.2 Neutralidade vertical na diretiva IVA
3.2.1 Os principais dispositivos relacionados ao direito à dedução
3.2.2 Os testes do consumo e econômico para crédito do IVA
3.3 Posicionamento da Corte de Justiça da União Europeia
3.3.1 Considerações preliminares
3.3.2 Da conexão restritiva à ampliativa
3.3.2.1 Anos 1980
3.3.2.1.1 O fato gerador do IVA e a conexão direta e imediata
3.3.2.1.2 O teste da conexão direta e imediata e o direito ao crédito
3.3.2.1.3 Conclusões prévias
3.3.2.2 Anos 1990
3.3.2.2.1 Fato gerador do IVA e conexão direta e imediata
3.3.2.2.2 Direito à dedução do IVA e conexão direta e imediata
3.3.2.2.3 Síntese do período
3.3.2.3 Primeira década dos anos 2000
3.3.2.3.1 A delegação às cortes nacionais da análise da conexão direta e imediata
3.3.2.3.2 Uma nova compreensão do teste da conexão direta e imediata
3.3.2.3.3 Um caso de prevalência da forma sobre a neutralidade
3.3.2.3.4 A retomada da neutralidade em detrimento do formalismo
3.3.2.3.5 A conexão direta e imediata ampliativa como tendência jurisprudencial
3.3.2.3.6 Síntese do período
3.3.2.4 Segunda década dos anos 2000
3.3.2.4.1 O direito ao crédito sobre bens de uso empresarial e particular
3.3.2.4.2 O teste da conexão direta e imediata ampliativo reafirmado
3.3.2.4.3 Uma pedra no caminho
3.3.2.4.4 A retomada do bom direito
3.3.2.4.5 Prestação de serviços à matriz, saídas isentas e direito à dedução
3.3.2.4.6 Síntese de período
3.3.2.5 De 2020 à contemporaneidade
3.3.2.5.1 A questão da glosa parcial do crédito quando a aquisição beneficia terceiros além do sujeito passivo
3.3.2.5.2 Direito à dedução no insucesso da atividade pretendida
3.3.2.5.3 Direito à dedução sobre fornecimentos gratuitos aos empregados
3.3.2.5.4 Irrelevância da validade jurídica das operações para o direito à dedução
3.3.2.5.5 Síntese do período
4 Neutralidade tributária no Brasil: os diplomas normativos
4.1 Da Proclamação da República à Constituição de 1946
4.1.1 Imposto de Consumo
4.1.2 Imposto sobre Vendas e Consignações
4.1.2.1 Imposto Federal sobre Duplicatas de Faturas Comerciais
4.1.2.2 Imposto Estadual sobre Vendas e Consignações Rurais, Industriais e Mercantis
4.1.3 Imposto de Indústrias e Profissões
4.2 Da Emenda Constitucional nº 18/65 aos dias atuais
4.2.1 Visão panorâmica
4.2.1.1 Ambiente reformista
4.2.1.2 Primeira obra: a EC nº 18/65 em sua redação original
4.2.1.3 Ajustes empreendidos pela Constituição de 1967 e pela EC nº 01/69
4.2.1.4 Constituição de 1988
4.2.2 Tributos sobre o consumo pós-EC nº 18/65
4.2.2.1 IPI
4.2.2.1.1 Constitucionalização da não cumulatividade
4.2.2.1.2 Início
4.2.2.1.3 Inovação
4.2.2.1.4 Insistência no equívoco
4.2.2.2 ICM
4.2.2.3 ICMS
4.2.2.3.1 Período do Convênio ICM nº66/88
4.2.2.3.2 Lei Kandir
4.2.2.3.3 Quadro comparativo
4.2.2.4 A contribuição para o PIS e a Cofins
4.2.2.5 Imposto e contribuição sobre bens e serviços
4.2.2.5.1 A reforma tributária do consumo
4.2.2.5.2 A gênese constitucional da neutralidade para o IBS/CBS
4.2.2.5.3 O texto final: paralelo com a Diretiva IVA
4.2.2.5.4 A neutralidade no altiplano da Constituição
4.2.2.5.5 Aquisições consideradas de uso ou consumo pessoal
5 Neutralidade tributária no Brasil: a jurisprudência
5.1 Imposto de Consumo
5.1.1 Debates iniciais
5.1.2 Imposto de Consumo e os produtos intermediários como insumos
5.1.2.1 Conceito de bens intermediários
5.1.2.2 Outras questões relativas à neutralidade
5.2 Imposto sobre Produtos Industrializados
5.2.1 Gênese da pugna jurisprudencial
5.2.2 Leading case sobre consumo imediato e integral
5.2.3 Jurisprudência subsequente
5.3 ICM
5.3.1 Primeiras lides
5.3.2 Bens intermediários
5.3.2.1 Novidade de um tributo para além da etapa industrial
5.3.2.2 Precedentes
5.4 ICMS
5.4.1 As indústrias e os bens intermediários
5.4.2 Os insumos para comerciantes e prestadores de serviços no STJ
5.4.2.1 Os precedentes para os supermercadistas
5.4.2.2 Os precedentes para os transportadores
5.4.3 A questão da energia elétrica consumida nas empresas
5.4.3.1 Os comerciantes e o crédito sobre energia elétrica
5.4.3.2 Os prestadores de serviço de comunicação e o crédito sobre energia elétrica
5.5 PIS/Pasep e Cofins
5.5.1 Os julgados do STF em repercussão geral
5.5.1.1 A validade do regime não-cumulativo em linhas gerais
5.5.1.2 Os precedentes de junho de 2020
5.5.1.2.1 A correta exigência de tributação sobre a despesa incorrida para justificar o creditamento
5.5.1.2.2 A negativa de crédito calculado com as alíquotas do novo regime para as mercadorias em estoque na transição dos sistemas
5.5.1.2.3 A garantia do crédito sobre encargos de depreciação e amortização
5.5.1.2.4 O alerta sobre o processo de inconstitucionalização da não-cumulatividade para os prestadores de serviço
5.5.1.3 O caso da aquisição de insumos recicláveis
5.5.1.4 A consolidação da deferência ao legislador
5.5.1.4.1 A vedação ao crédito da Cofins-importação
5.5.1.4.2 A vedação ao crédito sobre despesas financeiras
5.5.1.4.3 A infraconstitucionalidade do conceito de insumo
5.5.2 O conceito de insumos à luz do STJ
5.5.2.1 O julgamento dos temas repetitivos
5.5.2.2 Curso da votação
5.5.2.2.1 O voto original do relator
5.5.2.2.2 A adoção da tese intermediária
5.5.2.2.3 As conclusões
5.5.2.3 A negativa de especificação ulterior do conceito de insumo
6 Conclusões
6.1 Neutralidade como princípio e sua gradação
6.2 IVA europeu e a neutralidade ampliativa
6.3 A não cumulatividade no Brasil
6.3.1 Imposto de consumo
6.3.2 IPI
6.3.3 ICM
6.3.4 ICMS
6.3.5 PIS/Cofins
6.3.6 IBS/CBS
6.4 Perspectivas para o amanhã
 
○ Descritores: DIREITO TRIBUTÁRIO
TRIBUTAÇÃO
IMPOSTO SOBRE O CONSUMO
VALOR ACRESCIDO
NÃO-CUMULATIVIDADE

○ Tombo(s): 004067
 
SCH0000003639


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